Fabíola Oliveira, Advogado

Fabíola Oliveira

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Sucesso é ir de fracasso em fracasso sem nunca perder o entusiasmo.
Sou uma jovem advogada formada pela UNICAP, com pós-graduação em Direito do Trabalho pela Esmatra e Direito Público pelo Espaço Jurídico com atuação como advogada voluntária na Defensoria Pública Federal e autora do blog jurídico para pessoas leigas em Direito Cadê Meu Direito?(www.cademeudireito.com ).

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Fabíola Oliveira, Advogado
Fabíola Oliveira
Comentário · há 2 meses
Achei que o autor do texto se sentiu particularmente ofendido com o fato de a funcionária ter se recusado a atender o pedido feito de maneira muito autoritária da cliente. O mais engraçado é que a consumidora foi extremamente arrogante, mas o autor parece não levar isso em consideração. Afinal de contas, quem está atrás de um balcão tem que aguentar tudo se quiser subir na vida.

Acredito que, na teoria, tudo sempre dar certo, mas, na prática, possivelmente se a funcionária fosse sair para trocar o dinheiro, quando voltasse, caso o movimento tivesse se intensificado durante a sua ausência, teria era levado um belo de um carão do gerente por ter ido trocar o dinheiro de uma freguesa quando poderia estar atendendo outros, aumentando as vendas do estabelecimento e agilizando o atendimento.

A depender do perfil da empresa, essa proatividade a que se referiu o autor poderia ser um belo tiro pela culatra. Ademais, seria muito humilhante para a funcionária ir realmente trocar o dinheiro após ter sido tratada de forma tão arrogante pela cliente. Acredito que ninguém tem boa vontade para atender alguém que, mesmo com razão, porta-se dessa maneira. Falta de educação e de gentileza cria inconscientemente uma resistência em relação ao petulante, independentemente de ele ser cliente ou não. Não tem jeito! A maioria das pessoas age assim e não é por estar atrás de um balcão que agirá diferente.

Ademais, mesmo sendo obrigação do estabelecimento ter troco, sabe-se que, em certas épocas do ano, dinheiro trocado some do mercado por as pessoas terem o costume de juntarem moedas em porquinhos. Então às vezes o comércio não tem o troco não porque não queira, mas por ser inviável.

Tudo bem que receber o troco é um direito da cliente, mas um direito de que ela poderia facilmente ter aberto mão se tivesse bom senso. Se o estabelecimento não tem troco, compra em outro ou se não, ela mesma vai trocar. Há momentos que o mais certo a fazer não é exigir do outro que cumpra a lei, mas ter simplesmente bom senso, agir com assertividade.

Precisa ser tão petulante com uma situação que poderia ser facilmente resolvida se o cliente fosse mais humilde? Muita arrogância do autor achar que a funcionária não vai crescer na vida apenas porque considerou que atender às ordens de uma cliente arrogante não fazia parte de suas atribuições funcionais.

Parece que ele acha que as pessoas têm que aceitar ser capacho, ser humilhado para provar seu valor profissional. Se ele for patrão, parece que a humilhação e o achaque é uma sabatina profissional. com isso, ele demonstra que não dá a mínima para a autoestima do empregado, contanto que seja proativo.

como será a vida desse autor? Fiquei curiosa. Será que, na vida, ele sempre age com assertividade? Será que nunca se exaltou, perdeu a paciência?

Honestamente, gente, no Brasil, cliente é cheio de direito. Já tive oportunidade de conhecer outros países e lá eles não têm essa frescura não. cliente é uma pessoa como qualquer outra e não merece ser bem tratado por ser cliente, mas se for humano. chega na Espanha e inventa de pegar uma fruta na quitanda feito acontece aqui no Brasil? Minha vizinha inventou de fazer isso e o quitandeiro ficou irado com ela. Se fosse no Brasil, era grosseria.

No meu entender, esse autor quis, na verdade, externar um preconceito contra pessoas que trabalham em postos de emprego de baixa qualificação profissional, travestindo o que realmente pensa sobre essas pessoas, como um incentivo à proatividade. Quando, no meu entendimento, considerou foi um absurdo uma pessoa em uma posição profissional tão humilde ter se recusado a fazer o que a cliente presunçosa ordenara, tanto é que ele alega que esse tipo de postura pode ser o motivo pelo qual muita gente não evolui profissionalmente (o choro pode ser abundante).

Será que diante de um juiz petulante e grosseiro ele pensaria a mesma coisa? E a cliente arrogante, subiu na vida como? Humilhando funcionários de fast food? Sim, porque se ele se afirmou que a funcionária não cresceria na vida por causa disso, está, a contrario sensu, afirmando que pessoas em profissões de destaque podem ser grosseiras. Afinal quantos juízes, médicos grosseiros encontramos por aí?

Acredito que o funcionário deva tentar superar as expectativas do patrão dentro das suas atribuições, mas fazendo gostinho de cliente mimado,que não admite ser contrariado não. Talvez, um simples por favor por parte da consumidora pudesse ter deixado a funcionária bem mais proativa. rsrs

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